Ele ganhou uma máquina de escrever como quem ganha uma árvore.
Sentou-se em sua cadeira feito quem escala galhos, datilografou o mundo, contou tudo que via lá de cima. Via tanto!... Ultrapassou quatrocentos toques por minuto.
Ali deu frutos e sombra, amarrou cordas pra balanço e convidou o povo pra piqueniques sob sua copa.
E entre laudas escreveu as flores que floriu.
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