Caminhando pelo mundo a gente entende...
Que uma cena não fará parte necessariamente de outra, que a plateia de um espetáculo é diferente a cada apresentação, que a chuva do cenário de hoje sabe deixar o sol pisar no palco de amanhã, que os aplausos às vezes calam para que o texto seja ouvido, que um monólogo também precisa de ensaio e atenção, que o sucesso de público nem sempre é presença...
Basta o tempo em cartaz para explicar a casa cheia, ou vazia, mas com a gente exercendo o ofício de dar voz à arte de viver o papel curioso da vida.
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