Cada dia eu me levanto no simples, moro e demoro no simples; até pra entender do que me basta. E se por rotina ainda me espanto com o que me falta, espero passar o que me afasta de mim e, lá pela hora onde tudo dorme, durmo na cama simples, onde findam as horas que meu relógio nunca soube marcar, porque aprendeu a contar o tempo riscando-o com carvão no meu pulso de poucas posses. Então durmo corriqueiramente, modestamente durmo.
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