Nunca está distante tudo aquilo que amamos; temos parques morando em nós com suas crianças risonhas e seus adultos brincalhões, temos velhos brincantes e jovens que passeiam as alamedas, vivem as descobertas dos desconhecidos que se apresentam e nunca morrem os que emprestaram seu tempo aos bancos da escuta...
Nunca mora distante o tempo que demos e recebemos com o outro dentro, o que ganhamos das horas quando elas nos acomodaram quase que em caixinha de música, onde baila o que nos mantém vivos; o que vive dentro da gente.
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